Estudo Bíblico Indutivo realizado no dia 8 de Abril de 2008 no 9º andar da UERJ e no dia 7 de Maio de 2008 no 3º andar da UERJ.
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Introdução
<< "Quem é o meu próximo?", pergunta para Jesus o mestre da lei (Lucas 10.29). Jesus, então, conta a parábola do samaritano. Daí devolve a pergunta ao doutor: "Quem foi o próximo do homem que caiu na mão dos salteadores?" De fato, Jesus não a devolveu exatamente, mas a refez. Da forma como a elaborou, ele sugeriu que o mestre da lei ao invés de perguntar "Quem é o meu próximo?" deveria ter perguntado "De quem devo ser próximo?". E a resposta é clara:... >>
(Ariovaldo Ramos, filósofo e teológo)
Leiamos então a Parábola do bom Samaritano encontrada em Lucas 10: 25-37.
Dicas
Parábolas: Pequenas histórias contadas por Jesus, para ilustrar seus ensinamentos. Uma forma de metáfora ou imagem narrativa.
Lei: Aqui, como em todo o NT, “Lei” com maiúscula é a Lei de Moisés, o Pentateuco, a Torah, a lei que Moiséis deixou ao povo judeu. O mestre da Lei é aquele profundo estudioso da lei mosaica.
Samaritano: Pessoa nascida em Samaria, região que ficava entre a Judéia e a Galiléia. Os judeus e os samaritanos não se davam por causa de diferenças de raça, religião e costumes.
1. Como se dá o diálogo inicial entre Jesus e o mestre da Lei a partir da questão da herança da vida eterna? Onde eles encontram as bases para suas afirmações?
2. Que ligação existe aqui entre o verbo “amar” e o verbo “fazer”? Que implicações práticas isto acarreta?
3. Por que será que o mestre da Lei então pergunta no versículo 29 apenas pelo próximo e não por Deus? O que era problemático para ele?
4. Onde ficam, nesta história, os religiosos, representados pelo sacerdote e pelo levita? O que suas atitudes significam?
5. Onde encaixamos a presença social dos religiosos hoje?
6. Esperava-se muito mais dos religiosos em termos de caridade do que do estrangeiro; deste último esperava-se apenas ódio. Por que Jesus escolhe alguém de fora do meio judaico para falar da prática de amparo ao próximo? O que isto significa para nós ainda hoje?
7. Ariovaldo Ramos declara ainda “O próximo não é todo mundo, porque todo mundo não é ninguém”. Você concorda com isso? Afinal, quem é o seu próximo?
8. Qual é ou são o(s) cuidado(s) que temos que dedicar, direcionar ao nosso próximo? Quais são as reais necessidades, as dores do nosso próximo?
9. Você se preocupa em ouvir o seu próximo?
<< "Quem é o meu próximo?", pergunta para Jesus o mestre da lei (Lucas 10.29). Jesus, então, conta a parábola do samaritano. Daí devolve a pergunta ao doutor: "Quem foi o próximo do homem que caiu na mão dos salteadores?" De fato, Jesus não a devolveu exatamente, mas a refez. Da forma como a elaborou, ele sugeriu que o mestre da lei ao invés de perguntar "Quem é o meu próximo?" deveria ter perguntado "De quem devo ser próximo?". E a resposta é clara:... >>
(Ariovaldo Ramos, filósofo e teológo)
Leiamos então a Parábola do bom Samaritano encontrada em Lucas 10: 25-37.
Dicas
Parábolas: Pequenas histórias contadas por Jesus, para ilustrar seus ensinamentos. Uma forma de metáfora ou imagem narrativa.
Lei: Aqui, como em todo o NT, “Lei” com maiúscula é a Lei de Moisés, o Pentateuco, a Torah, a lei que Moiséis deixou ao povo judeu. O mestre da Lei é aquele profundo estudioso da lei mosaica.
Samaritano: Pessoa nascida em Samaria, região que ficava entre a Judéia e a Galiléia. Os judeus e os samaritanos não se davam por causa de diferenças de raça, religião e costumes.
1. Como se dá o diálogo inicial entre Jesus e o mestre da Lei a partir da questão da herança da vida eterna? Onde eles encontram as bases para suas afirmações?
2. Que ligação existe aqui entre o verbo “amar” e o verbo “fazer”? Que implicações práticas isto acarreta?
3. Por que será que o mestre da Lei então pergunta no versículo 29 apenas pelo próximo e não por Deus? O que era problemático para ele?
4. Onde ficam, nesta história, os religiosos, representados pelo sacerdote e pelo levita? O que suas atitudes significam?
5. Onde encaixamos a presença social dos religiosos hoje?
6. Esperava-se muito mais dos religiosos em termos de caridade do que do estrangeiro; deste último esperava-se apenas ódio. Por que Jesus escolhe alguém de fora do meio judaico para falar da prática de amparo ao próximo? O que isto significa para nós ainda hoje?
7. Ariovaldo Ramos declara ainda “O próximo não é todo mundo, porque todo mundo não é ninguém”. Você concorda com isso? Afinal, quem é o seu próximo?
8. Qual é ou são o(s) cuidado(s) que temos que dedicar, direcionar ao nosso próximo? Quais são as reais necessidades, as dores do nosso próximo?
9. Você se preocupa em ouvir o seu próximo?
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